album cover
Mulamba (Ao Vivo)
3,975
Rock
Mulamba (Ao Vivo) was released on August 31, 2018 by Showlivre as a part of the album MULAMBA no Estúdio Showlivre (Ao Vivo)
album cover
Release DateAugust 31, 2018
LabelShowlivre
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM131

Credits

PERFORMING ARTISTS
MULAMBA
MULAMBA
Performer
Vitor Pinheiro
Vitor Pinheiro
Remixer
Marcelo Fruet
Marcelo Fruet
Remixer
Átila Viana
Átila Viana
Remixer
COMPOSITION & LYRICS
Cacau de Sá
Cacau de Sá
Songwriter
Amanda Pacífico
Amanda Pacífico
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
Erica Silva
Erica Silva
Producer

Lyrics

Olha, eu quero em primeiro lugar
Naturalmente, saudar indistintamente a todos
Mas eu não vou olhar pra tua cara e falar
Acho que você é gay, também não me interessa
A luta permanente da mulher
Por uma posição adequada na sociedade
Muito simpática!
Se te encontrasse na rua, ia te assobiar pra você
A mulher ainda é tratada como se fosse
Uma figura de segundo grau
Com o passar do tempo, com as liberalidades, drogas
A mulher também trabalhando, aumentou-se bastante
O número de homossexuais
Se a sociedade, de alguma maneira vai bem
É porque tiveram uma adequada educação
E formação em suas casas, que seguramente
Isto quem faz não é o homem, quem faz é a mulher
Eu acho que isso foge, me desculpa aqui
Cê foge a normalidade conceber na...
Todo a respeito a você, a teoria do absurdo
Até porque, você com sua companheira, né
Não geram filhos, se for gerar vai depender
De algo doado por nós, hétero, né, nós homens
Na economia, também
A mulher tem uma grande participação
Ninguém mais é capaz de indicar os desajustes
Por exemplo, de preços em supermercados do que a mulher
As mulheres, não é?
Eu sou o mastro da bandeira da revolução
Os restos do cavalo de Napoleão
Eu sou a brasa que matou Joana d'Arc
As cinco balas de John Lennon, reles cidadão
O lixo humano, escória da sociedade
Sou o que come e quem eu deixo de comer
Nasci do limbo e bailei pra essa cidade
Sou quem dá vida aos monstros que eu quero ter
Você vai lembrar quando eu te olhar lá de cima
Vai reconhecer e vai respeitar minhas cinzas
Você vai lembrar quando eu te olhar lá de cima
Vai reconhecer e vai respeitar minhas cinzas
Eu sou aquilo que ninguém mais acredita
Eu sou a puta, eu sou a santa e a banida
Sou a bravura e os surtos de Anita Garibaldi
Bandeira baixa ou bandeira que agita
Sou como rua, beco podre da cidade
Eu sou os filhos mal paridos da nação
Sou a coragem até no grito de um covarde
O que não basta, não se entende, eu sou um furacão
Você vai lembrar quando eu te olhar lá de cima
Vai reconhecer e vai respeitar minhas cinzas
Você vai lembrar quando eu te olhar lá de cima
Vai reconhecer e vai respeitar minhas cinzas
Agora, o meu papo vai ser só com a mulherada
Nós não é saco de bosta pra levar tanta porrada
Todo dia umas 10 morrem, umas 15 são estupradas
Fora as que ficam em casa e por nada, são espancadas
Qual que é o teu problema? É fé pequena ou mente ruim?
Quem foi que te ensinou a tratar as mulher assim?
Agora, fica esperto, porque a coisa vai mudar
Se for tirar farinha com as mulher, pode apanhar
Você vai lembrar quando eu te olhar lá de cima
Vai reconhecer e vai respeitar minhas cinza
Você vai lembrar quando eu te olhar lá de cima
Vai reconhecer e vai respeitar minhas cinzas
Written by: Amanda Pacífico, Cacau de Sá
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