album cover
Matheus 23
Hip-Hop/Rap
Matheus 23 was released on December 10, 2021 by CafeCrime as a part of the album Deus Ex Machina
album cover
Release DateDecember 10, 2021
LabelCafeCrime
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM73

Credits

PERFORMING ARTISTS
Iky Castilho
Iky Castilho
Lead Vocals
Keops e Raony
Keops e Raony
Lead Vocals
COMPOSITION & LYRICS
Iky Castilho
Iky Castilho
Songwriter
Keops e Raony
Keops e Raony
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
JustBryan
JustBryan
Producer
Damien Seth
Damien Seth
Producer

Lyrics

Pra mim foi difícil de entender
Tanta raiva do Tim Tones
Se era só um personagem
Um pastor com um microfone
Talvez a intenções por trás das orações
Ou pela fé vazia que a TV vende a milhões
Velha fábrica de ilusões
Um ninho de distorções
Que viram num deserto
Suas mentes e corações
\"Napoleões\" e \"Chês\"
Nascem a cada segundo
E o fim é trágico, é de plástico
Essa porra desse mundo
Eu vi num mar de gente
Uma maré de frustração
Onde muitos já nem sabem quem são
E vão sem direção, em vão, na contra-mão
Sem noção eles são oportunistas de plantão
Que falam de conduta, de honra na luta...
Falam de amor, mas por favor
Cês vivem a vida em disputa
São tipos Fariseus
Você junto com os seus
Falem o quanto quiser
Blasfeme em nome de um deus.
Ai de vós, Fariseus hipócritas,
Raça de víboras
Ai de vós, Fariseus hipócritas
Sepulcros Caiados!
E tá difícil de entender,
Tantos medo em nossos homens
Pouco orgulho em nossos nomes
Pouco pão pra quem tem fome
Eu fico louco tipo, puto
E luto pra manter minha fé
Pois, correr sem direção
É só castigo pro meus pés
Se acusem infiéis
Pois eu sei
Cês se merecem
Tenham fogo sob os pés
No inferno em que padecem
Monges comerciantes, rastafaris de boate
Queimem junto com babilônia
Que vocês amam e fazem parte
A revolução morreu, e ordem é mundial
Reverendos dos mau, difamam a crença ancestral
Vocês falem oque quiserem, eu não vou achar normal
Na \"aldeia global\" onde o Cacique é o capital
Eu não presto reverencia
(sempre fui iconoclasta)
Pra nenhum deus de fuzil
Microfone, ou de gravata
Não acolho suas bravatas
Pois eu sei,
Quem muito ladra, só repete
Não faz nada morre sem raiz fincada
Ai de vós, Fariseus hipócritas,
Raça de víboras
Ai de vós, Fariseus hipócritas
Sepulcros Caiados!
É um covil, é um covil
É um covil, é um covil
É um covil, é um covil
É um covil de salteadores
Ai de vós, Fariseus hipócritas
E não é difícil de saber
Qual é o futuro da minha raça
Pois enquanto o mundo explode
A gente zoa ali na praça
Se diverte, se embreaga
Enche a cara de fumaça
Se já não resta nada
Tamo rindo da desgraça...
Mil profetas se levantam
Contam falsas profecias
Criam rotas esperanças
Que morrem no fim do dia
Promessas vazias
Que frustram um monte
E as almas perdidas
Sentem sede na fonte
Vidas em alta velocidade
Pós era da informação
Teorias diluídas
De internet e televisão
Tipo, o amor liquido
E o asfalto sólido
De custos ínfimos
E lucros mórbidos
E colhem dízimos
Motivos óbvios
Hoje é carissímo
Fugir do próximo
Eu sinto que no fim
Algo se perdeu
Nesses homens sem fé
Esses templos sem Deus
Written by: Iky Castilho, Keops, Raony
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