album cover
Mun Rá (feat. Instituto)
86,848
Hip-Hop/Rap
Mun Rá (feat. Instituto) was released on May 25, 2018 by Sabotage as a part of the album Mun Rá (Edição Comemorativa) - Single
album cover
Release DateMay 25, 2018
LabelSabotage
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM88

Music Video

Music Video

Credits

PERFORMING ARTISTS
Sabotage
Sabotage
Performer
COMPOSITION & LYRICS
Sabotage
Sabotage
Lyrics

Lyrics

[Verse 1]
Menina Leblon, vermelho batom, foi vista com Jow, malhando na praça
Sabote, Canão convoca no som a paz pros irmãos de toda quebrada
Sabotage, mano Anísio, eu vejo, diabólico, confiro, analiso
Um branco e um preto unido, respostas que cala o ridículo
[Verse 2]
Vejo assim, confisco, mundo submisso, eu adquiro, alívio, paz para os meus filhos
Na decente, atenciosamente, eu sigo em frente, tipo assim, regenerado delinquente lá do Brooklyn
Não sou Mun Rá, mas tenho sim, uns Pit Bull por mim, sei que até lá, liberdade já, pros meus irmãozinhos
Representei, com um do verdinho na mente, okay, não desandei, eu me empenhei, me dediquei também
[Verse 3]
Conheço o povo de Sampa, RJ, BH, Baixada, Porto, sou Gavião fiel de origem louco
Nada bobo, não brigo pelo jogo, sou fogo contra fogo, mais vale uma família e um qualquer no bolso
Medo, talvez desemprego, sofrimento, lamento, vai ser demais, vou viver sem paz
Pagar veneno, nas ruas, falcatrua, zé povinho, um isqueiro, o itinerário de um puteiro é o Brasil
Brasileiro se infiltraram, as portas se fecharam, quem rima está aqui, quem não rima, aplaude o adversário
Tipo Jagunço, Chabu, Neguim, até lá, liberdade já pro Nu e o Baiano
[Verse 4]
Se liga na fita, danados, otários estão maquinados no morro
Falaram que pode atirar na sequência, se pá, vão prestar nem socorro
Mas abre o olho, o cara piolho é sempre um mano dos nossos
O inimigo meu tem Astra, barca, Blazer, também tem moto
Sul, Canão, meu bairro, pinotei, não deixei rastro
[Verse 5]
Comentaram sim, forjaram que eu vi, doze panelas do bafo
No bairro, eu pego meu filho, na fé vinha vindo, na fé vou seguir
Deus que me livre da mira dos tira, mas, nego, eu não fico, não brinco, nem mosco
Medo, só vejo destroço do pobre que acorda com ódio
O anjo do céu não pode ser réu, quem vem das ruas, não joga fácil
Tipo invasor tenebroso, fogo contra fogo, Lúcio Flávio, louco, o corvo
[Chorus]
Sou maloqueiro, sou, e lá vou eu, Jow
É um, dois pra pegar, então, polícia, sai do pé
Pra meu alívio, eu quero um beck
Mais uma vez, o enxame quem provoca é o zica
[Chorus]
Sou maloqueiro, sou, e lá vou eu, Jow
É um, dois pra pegar, então, polícia, sai do pé
Pra meu alívio, eu quero um beck
Mais uma vez, o enxame quem provoca é o zica
[Verse 6]
Menina Leblon, vermelho batom, foi vista com Jow, malhando na praça
Sabote, Canão convoca no som a paz pros irmãos de toda quebrada
Sabotage, mano Anísio, eu vejo, diabólico, confiro, analiso
Um branco e um preto unido, respostas que cala o ridículo
[Verse 7]
Vejo assim, confisco, mundo submisso, eu adquiro, alivio, paz para os meu filhos
Na decente, atenciosamente, eu sigo em frente tipo assim, regenerado delinquente lá do Brooklyn
Não sou Mun Rá, mas tenho sim, uns Pit Bull por mim, de Zona Oeste à Capão, de Leste à Região
Norte, Oeste, tipo Canão, é, é embaçado, né, ladrão?
Canão ou Boqueirão, é várias vezes, Jow, treta, eu vi, Jow, se a ideia não trocou, gançou, dançou
Eu vi, colou bola de meia, não teve isqueira, só não bobeia, você lembras, do que tu queiras?
[Verse 8]
Eu, Deus e a Mary Jane, versus os dezesseis que se iludirem, perde a fé
Mas muitas vezes assim que é, sei que tem gambé
Dá pane em Super-Homem que também se esquece, toma bonde
Canão lembra a Igreja, o bar do Bé, as Breja, cobiça, polícia, as mágoas, os deixa, Jow
Moscou, sujou, foi pro saco, fico embaçado, é, ninguém trinca, é embaçado, eu embaço
Na história, várias vezes faço hits, dum som muita treta
É, você lembra, bate cabeça e a zica, quem curte é da familia
Ladrão, proceder não se arrisca, corri na lama
[Verse 9]
Eu sim, sou Brooklyn, do rap, eu sou um terror, domino o Eminem, Shaquille O'neal
Lembro Deda, finado meu mano, tipo Morse, na vida do crime, um estopim
Verdade, Brown, o gosto tá cruel, o crime não é mel, o medo vem do céu, como foi cruel
De arreck-cléu, click-cléu, o povo é o alvo, réu, eu sou um problema pra quem pensa que o rap é pra loc
Demorou, vem ver, filhos de mãe, se envolve, se não me viu, no sapatinho, mentiu, tô sempre na maior
Guerreiro ando só, Samurai sem sacatró, também lembrei das vezes, eu, Durval, Chicó
Quem pisa na malote, eu sei que dava dó, quem for lá no Canão, Brooklyn Sul, me vê
A lei das ruas é rude, faz você aprender, proceder pra vencer, pra crescer, prevalecer
[Chorus]
Sou maloqueiro, sou, e lá vou eu, Jow
É um, dois pra pegar, então, polícia, sai do pé
Pra meu alívio, eu quero um beck
Mais uma vez, o enxame quem provoca é o zica
[Chorus]
Sou maloqueiro, sou, e lá vou eu, Jow
É um, dois pra pegar, então, polícia, sai do pé
Pra meu alívio, eu quero um beck
Mais uma vez, o enxame quem provoca é o zica
[Outro]
Pode acreditar, Instituto, outra vez de pé
Sabotage, Brooklyn Sul, Canão
Representando a favela no cinema nacional
As grandes tela e tal, é isso aí
Written by: Sabotage
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