album cover
Purga
17,066
Alternative
Purga fue lanzado el 13 de noviembre de 2020 por Arruada como parte del álbum Purga - Single
album cover
Fecha de lanzamiento13 de noviembre de 2020
Sello discográficoArruada
Melodía
Nivel de sonidos acústicos
Valence
Capacidad para bailar
Energía
BPM139

Video musical

Video musical

Créditos

ARTISTAS INTÉRPRETES
Rita Vian
Rita Vian
Voces
COMPOSICIÓN Y LETRA
Rita Vian
Rita Vian
Composición
Pedro Coelho Franklin
Pedro Coelho Franklin
Composición
PRODUCCIÓN E INGENIERÍA
Pedro Coelho Franklin
Pedro Coelho Franklin
Producción

Letra

Já não sei demais
A minha vida segue, eu só vou virar aqui
Se me engano ensaio e se tu me atrais
Não vou olvidar o perigo
O que eu não mudo eu vou deixar para trás
Em cada curva vou deixar rodar
E a frequência que me alimenta
E me avisa quem deixar entrar
Vejo a marca dos pneus na estrada
Da outra vez em que não dei por nada
Tenho a mudança solta e menos força
Braços abertos não agarram nada
É e a volta é a que tu escolheres
Há uma pista e há vistas melhorеs
Pesa o peso e a roupa quando tе esforças
E o que tens não cresceu de favores
E as riscas da mão são pormenores
Se vires que a palma fez esforços maiores
Torce o braço e solta, não vem da força
Mas do sentido dos passos menores
Tô no excesso e quero
Voltar a ser só a substância
Essa não coisa é a nossa essência
O que eu não toco pra mim não tem distância
O que está longe ou perto
O que não vejo, não ouço, nem pego
O que eu sinto que é certo
Não tem nome tem mais importância
(O que está longe ou perto)
(O que não vejo, não ouço, nem pego)
(O que eu sinto que é certo)
(Não tem nome)
(Tem mais importância)
Passo o pano e sei que no tempo que tenho
Abro o peito e calo o grito
Se perdura eu sei que a têmpora salta
Em dois olhos de manjerico
E as minhas fugas são sempre mentais
Ou peço ajuda aos meus outros pedais
Que me arrancam sombras e aceleram escolhas
Enquanto evito encontros casuais
O que eu não surto, eu passo p'ra vogais
Ou peço ao meu duplo umas caras a mais
E o cair na colcha é só uma amostra
Que aprendo e lembro e tudo se repete
E há um braço que me agarra à frente
E me diz que vai ser sempre diferente
E no fim cai a roupa sem corpo fui noutra
Aprendi a ser só na minha mente
Tou no excesso e quero
Voltar a ser só a substância
Essa não coisa é a nossa essência
O que eu não toco para mim não tem distância
O que está longe ou perto
O que não vejo, não ouço, nem pego
O que eu sinto que é certo
Não tem nome tem mais importância
Written by: Pedro Coelho Franklin, Rita Vian
instagramSharePathic_arrow_out􀆄 copy􀐅􀋲

Loading...