album cover
Aprisionada
6271
Electronic
Aprisionada è stato pubblicato il 8 giugno 2018 da Samantha Machado come parte dell'album Aprisionada - Single
album cover
Data di uscita8 giugno 2018
EtichettaSamantha Machado
LanguagePortuguese
Melodicità
Acousticità
Valence
Ballabilità
Energia
BPM130

Crediti

Testi

Reze para o salvador
Encontrar seu rastro
Voltar pro mundo lá fora
Pulsos tensos ficam
Sob o olhar do carrasco
Que prende e leva a alma
Antes que a vida
Não seja um espelho quebrado
Cuja máscara vigora
No quarto um lençol de seda
Avermelhado
Levaram as chaves embora
Despindo uma flor
Em sua fragilidade
A má intenção
Se camuflam as aparências
Na estrada onde andam
Injustiças que se dão (Uh)
Desabotoa o botão (Uh)
Hipócritas aplaudirão (Uh)
Abolindo a escravidão (Uh)
Mil machistas cairão (Uh)
Os fatos não aparecem direito
Porque as águas estão turvas
Quanto mais fundo mergulham palavras
Resgatando mágoas mais profundas
O sangue que corre em minhas veias
Não é como o seu
Em seu olhar não há nada
Mente distante
Enquanto estrelas passam no céu
Brilham na data marcada
Impedindo o jardim de florescer
Mas quais as chances do sol apagar sua luz?
Num rosto de porcelana se vê
Retratam marcas do ódio que te conduz
Livre-se das garras
Desse monstro
O medo faz refém
Que o peso das asas que te assombram
Um dia, libertem
Livre-se das garras
Desse monstro
O medo faz refém
Que o peso das asas que te assombram
Um dia, libertem
Reze para o salvador
Encontrar seu rastro
Voltar pro mundo lá fora
Pulsos tensos ficam
Sob o olhar do carrasco
Que prende e leva a alma
Antes que a vida
Não seja um espelho quebrado
Cuja máscara vigora
Num quarto um lençol de seda
Avermelhado
Levaram as chaves embora
Despindo uma flor
Em sua fragilidade
A má intenção
Se camuflam
As aparências
Na estrada onde andam
Injustiças que se dão (Uh)
Desabotoa o botão (Uh)
Hipócritas aplaudirão (Uh)
Abolindo a escravidão (Uh)
Mil machistas cairão (Uh)
Os fatos não aparecem direito
Porque as águas estão turvas
Quanto mais fundo mergulham palavras
Resgatando mágoas mais profundas
O sangue que corre em minhas veias
Não é como o seu
Em seu olhar não há nada
Mente distante
Enquanto estrelas passam no céu
Brilham na data marcada
Impedindo o jardim de florescer
Mas quais as chances do sol apagar sua luz?
Num rosto de porcelana se vê
Retratam marcas do ódio que te conduz
Livre-se das garras
Desse monstro
O medo faz refém
Que o peso das asas que te assombram
Um dia, libertem
Livre-se das garras
Desse monstro
O medo faz refém
Que o peso das asas que te assombram
Um dia, libertem
Livre-se das garras
Desse monstro
O medo faz refém
Que o peso das asas que te assombram
Um dia, libertem
Livre-se das garras
Desse monstro
Written by: ANABELLE MENA
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