album cover
Funeral
58
Rap
Funeral è stato pubblicato il 13 gennaio 2017 da NERVE x Mike El Nite x DWARF come parte dell'album Funeral - Single
album cover
Data di uscita13 gennaio 2017
EtichettaNERVE x Mike El Nite x DWARF
Melodicità
Acousticità
Valence
Ballabilità
Energia
BPM90

Video musicale

Video musicale

Crediti

PERFORMING ARTISTS
Nerve
Nerve
Performer
Mike el Nite
Mike el Nite
Performer
Dwarf
Dwarf
Performer
COMPOSITION & LYRICS
Jose Pedro Quintino
Jose Pedro Quintino
Composer
TIAGO FILIPE DA SILVA GONCALVES
TIAGO FILIPE DA SILVA GONCALVES
Songwriter
Miguel Caixeiro
Miguel Caixeiro
Songwriter

Testi

É, foi um, foi um, foi bom ano
Verdade (Verdade)
Mas isso não chega
(Nope)
A vida não presta
Faço os cálculos. Notas em rolo como um parolo
Desapareço. Hocos pocus nalguns palcos
Regra geral, depois do concerto estou esgotado
Como a lotação do mesmo ou qualquer um dos meus álbuns
(Facto) É, um ignorante de culto
(Uau) O anão fez um beat gigante
Curto, mas vou precisar de um som de fundo
De, sei lá, uma gaivota-cadáver a grasnar enquanto cuspo
(Vai)
(Hey)
Impecável.
Se espumar no chão, aumenta o sub e fico estável
Vampiresco. Corcunda na capela
Com sangue humano na paleta, a pintar um fresco
Tema? Vida miserável
Cada vez que vez que saio à rua
Salto e abro asas, em contraluz com a lua, para anunciar a caçada
Admito, só quero escolher a próxima vítima
No reflexo da janela do metro, como o Henrique Sotero (Google)
É a nata da Zona T e o Senhor Mistério
Reúne a pequenada que na sombra crê
Qualquer criança com força para segurar uma espada
Está apta para combater
Filhote, Satanás na terra
Tás na berra porque a editora paga para som bater
Muita fala, mas estou para ver
Contas? Vamos conversar
Concertos? Últimos dois, tombaram três fãs
Um deles antes de eu começar
Quê? Eu faço os cálculos
Tudo vestido de preto porque a vida é um funeral
Mais longo que o habitual
Ou mais curto que o habitual
Decrepito
Inédito como ilhas Caimão com regras
É o cara de um cigarro
E o teu puto caixão com pernas
Tudo vestido de preto porque a vida é um funeral
Mais longo que o habitual
Ou mais curto que o habitual
Decrepito
Inédito como ilhas Caimão com regras
É o cara de um cigarro e o teu puto caixão com pernas
(És rapper, DJ, boa pessoa, má pessoa?)
Vida dupla?
Deve ser a minha
Deve ser minha culpa
Vou daqui a Acapulco e catapulto a puta
Pela rua a cantar cenas estranhas como Oompa loompa
Charlie bit me tango down mas as entranhas Upa upa!
666 é o numero da besta
Só que o numero de de bestas aqui faz de nos reis
E se isto é um jogo de tronos
Pra mim é um jogo de tiro aos monos
Por isso mata a xuxuta depois chuta que eu deixo
(Vá) Faz la o Teu festejo
(Vá) Adeus e um queijo depois une-te
A outros meios
Só são precisos dois inteiros
Neste cortejo fúnebre
(É para ti)
Podes ficar no armário mas assume-te
Depois some-te como um empreendedor no fim do web summit(e)
(Isto é)
Essencial como frutinha espremida só se junta gin nesta bebida
O resto é liga orangina
Para igualares este néctar precisavas dum hectare de rimas
E continuavas óbvio micróbio
Com Enzimas em cima
(Ya porque agora andamos na boca do povo e tal só que)
Isto é distinto tipo
Tem um distintivozito
E diz não compares isto ao teu rapper favorito (Quem?)
Dizem que fumar nites acalma os nervos
Nem por isso
Junta o inútil ao desagradável
Vai ser bonito
Duas mentes independentes independentemente
De dependermos disto como carochitos de um pente
Cá à frente o ambiente tá quente como ar
Vais levitar e ver que
Tás a falhar como dentes no Intendente
Entendeste?
Written by: Jose Pedro Quintino, Miguel Caixeiro, TIAGO FILIPE DA SILVA GONCALVES
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