album cover
Morfossintaxe
4
Rap
Morfossintaxe è stato pubblicato il 24 novembre 2025 da maxado come parte dell'album Morfossintaxe - Single
album cover
Data di uscita24 novembre 2025
Etichettamaxado
Melodicità
Acousticità
Valence
Ballabilità
Energia
BPM130

Video musicale

Video musicale

Crediti

PERFORMING ARTISTS
maxado
maxado
Vocals
COMPOSITION & LYRICS
Gabriel Machado Martiniano
Gabriel Machado Martiniano
Lyrics
PRODUCTION & ENGINEERING
feefo
feefo
Producer
CONSTANTINE SUJÃO
CONSTANTINE SUJÃO
Producer

Testi

Música é morfossintaxe
Baby anote minha tese
Escutei aquela do Xamã: Táxi Drive
Diz que me ama mas vive de blefe
Diz que não gosta das minhas refs
Te vejo e perco minha base
Sou do tipo tenta e consegue
Me diz aonde que nós batemos a nave
Esse planeta é estranho pras minhas habilidades de um rapper frio
As fragilidades da vida me adapto
Nem tudo se encaixa como lego
O ser humano é feito de plástico
Tudo gira em torno de ego
Porém viver ainda é algo mágico
A grande maioria desse mundo segue cego
Nossos traumas se esbarram como espinhos de um cacto
Eu queria falar de elo
Mas tudo passa tão rápido
Que já não posso sentí-lo
Tenho a sensação de amá-la em excesso
Talvez eu seja um cara sensível
Eu acreditei no impossível
Até quando não era possível
E só restavam cacos
Não entendo tanto sobre etimologia das palavras
Mas entendo sobre epistemologia
Eu canto em metáforas
Confesso que quero aprender sobre a vida
Nem tudo são anáforas
Eu sou noturno po' não gosto da luz do dia
Me chamem de Drácula
Musica é morfossintaxe baby anote meu cep
Essa vai pro filha da puta que desacreditou e disse que eu nunca ia viver de rap
Hoje minha área me olha e me chama de ref
Se soltam a base
Querem escutar o que tem pra dizer esse moleque
Eu virei o efeito da frase
Oposto igual crase
Vindo do lado leste
Aonde o sol nasce
E se a gente pisa
A calçada cede
Sobre as vitórias da vida ainda sinto fome
Meu som virou febre
Surfando em ondas sonoras que tocam nos fones
Eu te avisei que nem tudo são fases
Mas fazia parte do plano
Então sigo pleno
Coloca atadura em cada dano
Mas não largue o remo
Mudei rota mas eu sigo meu rumo
Ainda sou eu mesmo
Filho da rima
Fruto do ramo
Neto das tia
Então nada temo
Canto minha vida até o sistema dar pane
Sentimento perene
Até que a rua se identifique e me chame
E Deus me perdoe
Até que ninguém me julgue e a família me ame
Momento solene
Até que finalmente em meu peito a esperança paire
E pelo céu meu sonho plane
Written by: Gabriel Machado Martiniano
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