album cover
Humanidade
Alternative Rap
Humanidade è stato pubblicato il 17 gennaio 2026 da Nômade come parte dell'album Humanity - Single
album cover
Data di uscita17 gennaio 2026
EtichettaNômade
LinguaPortoghese
Melodicità
Acousticità
Valence
Ballabilità
Energia
BPM72

Video musicale

Video musicale

Crediti

PERFORMING ARTISTS
Nomade
Nomade
Vocals
COMPOSITION & LYRICS
Jean C Mattos
Jean C Mattos
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
Mago_Prod
Mago_Prod
Producer

Testi

E se meu corpo ainda encaixa na minha alma?
Eles vendo dos meus braços saindo espadas
Ayakashi ka kao naki ningyō ka?
(É um ayakashi...ou uma boneca sem rosto...?)
Oni ga ubaeba... hotoke ga ataeru ka.
(Se o demônio retirou, então Buda vai me dar)
Eu tirando dos demônios o que já não os pertence
Entre humano e monstro me vejo em dualidade
Se não, enxergo e não ouço, o que minha alma sente?
Um desejo instintivo de ter a minha humanidade
Retalho e cortando disparo em frente
Sem frente, cem homens, caem de verdade
Os monstros humanos, se fingem de gente
E os humanos monstros querem imunidade
Barco de teseu, se eu troco de corpo, no final mantenho "mia" autencidade?
Devolve essa porra, é meu por direito, antes que eu cause mais calamidade
Não ganancioso, sinto seu afago, mesmo que de longe, sinto sua irmandade
Me sacrificaram quando ainda criança e eu que sou o motivo da crueldade?
Me diz então velho, qual a finalidade?
Adia o inevitável pra alimentar a tua maldade?
Então se alimenta o amor, por favor, mãe me ouça
Eu tive que lutar sozinho quando faltou forças
Onde estava teu abraço ao cair da folha?
Onde tava teu ensino quando o amor me torna?
Torna digno de amar, de lutar
Entender que eu posso proteger
Que ao canto escutar, o meu corpo paira
Que ao choro escutar, eu posso me perder
Ware o korosu
yaiba o koete nao
ai o shiru
eda no hibiki ni
onore o mususu
("Mato o que tenta me matar,
e além da lâmina, aprendo o amor.
No eco dos galhos partidos,
a mim mesmo prendo,
num laço que me conduz.")
Matando o que tenta me matar
Aprendendo a amar
Entender o peso do fio e do verso da katana
Dos galhos que quebro ao pisar
Do meu egoismo ao ar
Do quanto ainda faltava me valorizar
Não me importo com a porra da tua guerrilha
To pouco me fodendo se meu pai é minha família
Quanta consideração teu feudal de merda teria
Sem pensar duas vezes em tirar um filho de tua vida
Buda me guarda, o que me atenta, me ataca
O que me atenta eu ataco
A vida me lava, a morte que causo me leva
As consequências do que causo
Written by: Jean C Mattos
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