album cover
Rap Sujo
13
Alternative Rap
Rap Sujo è stato pubblicato il 13 maggio 2026 da Clara Lima come parte dell'album Hoje Bem Melhor Que Antes - EP
album cover
Data di uscita13 maggio 2026
EtichettaClara Lima
LinguaPortoghese
Melodicità
Acousticità
Valence
Ballabilità
Energia
BPM66

Video musicale

Video musicale

Crediti

PERFORMING ARTISTS
Clara Lima
Clara Lima
Rap
AR BABY
AR BABY
Rap
Lis Mc
Lis Mc
Rap
COMPOSITION & LYRICS
Clara Lima
Clara Lima
Songwriter
Mateus da Silva Ribeiro
Mateus da Silva Ribeiro
Songwriter
Laís da Silva Emídio
Laís da Silva Emídio
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
Denielz Beats
Denielz Beats
Producer

Testi

Rap bom pra tocar no seu fone
Rap sujo é meu sobrenome
Cês queria verdade então tome
Sirvo essa verso pra quem sente fome
Não sou exemplo de porra nenhuma
Tenho ódio e as vezes me consome
Minhas neurose aqui só se acumula
Toda vez que eu me lembro de onde
Que tentaram atravessar o bonde
Mas falharam na troca de ideia
Na maldade os covarde se esconde
Só se mostra quando plateia
Sou sujeira oq eu faço assumo
Sem muita volta, não faço média
Tem coisa que nunca me acostumo
Vê a cena cheia comédia
Eu nunca esqueço oq eu passei no Rio
Rep festival mo covardia
Ano seguinte a line tava cheia
Num mar de lama cheio de traíra
o coração cada vez tá mais frio
Mas não abandono o peso da mochila
Poucos aqui que eu ainda confio
Pra ver quem é quem é só olhar na pupila
Empresário querem mais dinheiro
Tira de quem nunca teve dinheiro
Esses safadados sempre são os primeiros
A pular a muro quando o fecha o cerco
É foda! Eles fedem a medo
E Choram já nasceram herdeiro
E posam com grana do pai na Europa
Eu tô na pista na sem escolta
Quem Sorriu na ida
Vai chorar muito na volta
Segura o refrão
Que no pique dois pé na porta
Estragando a festa
Eu vim buscar minha cota
Roleta russa, drogas e putas
Vida por vida, bala na bala
Enfia a moral no cu
Decida se vai pelo chumbo ou pela prata
Tamo acostumado a corre da bope
Mesmo sem dever nada no histórico
Cabelo crespo, pele preta mesmo enredo
Mataram por motivos óbvios
Ruas de sangue, menor na boca
Puta na esquina uma dose no copo
Uma encruzilhada, oferenda no poste
Aqui a polícia né batman e hooby
Eu vi um cracudo falando sozinho eu vi
Da janela do busão: será que esse cara ali um dia foi rei, talvez tenha profissão
Bem vindo ao hell, centro do Rio
Milhão de pessoas coração vazio
Pro palhaço sorri, alguma mãe vai chorar
Coisas da vida né
Crônicas, um verso no bloco de notas
Disparando rimas em fábulas
Sonhei com tapete de cápsulas
Será que chegou minha hora?
Como que ele teve a audácia
De dizer que eu fiquei com a derrota
Desce pra rua e olha
Arbaby a nova babilônia
Eu tô na pista na sem escolta
Quem Sorriu na ida
Vai chorar muito na volta
Segura o refrão
Que no pique dois pé na porta
Estragando a festa
Eu vim busca minha cota
TODA VEZ QUE TENTARAM ME PASSAR PRA TRAZ
AVANCEI DUAS CASAS
SE ALGUEM FOR GANHAR DO SUOR QUE EU PRODUZO
ADIVINHA QUEM LEVANTA TAÇA
BOY VAI CHORAR NA INTERNET
POR EU TER BATIDO DE FRENTE
SE CHAMA MEU NOME NA RUA INVOCA MANCADA
MESMO QUE CÊ TENTE
CHAMEI DE AMIGO UNS FILHOS DA PUTA
QUE NUNCA VALERAM
NEM SE VESTIR OURO
ME LIVRO DO PESO DE CARREGAR ISSO
E ME SINTO MAIS PERTO DO TOPO
ORGANIZO MEU ÓDIO EM VERSOS
CARÁTER É SER LIVRO ABERTO
UMA PENA SUAS MENTES FECHADAS
DE MIM CÊS NUM VAI LEVAR NADA
Written by: Clara Lima, Laís da Silva Emídio, Mateus da Silva Ribeiro
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