album cover
Opalas
30
Alternative Rap
Utwór Opalas został wydany 10 maja 2024 przez Produções Hipotéticas jako część albumu Hubris
album cover
AlbumHubris
Data wydania10 maja 2024
WytwórniaProduções Hipotéticas
Melodyjność
Akustyczność
Valence
Taneczność
Energia
BPM71

Teledysk

Teledysk

Kredyty

PERFORMING ARTISTS
Carlos Alves
Carlos Alves
Performer
E.Se
E.Se
Performer
Beiro
Beiro
Remixer
Matheus Paraizo
Matheus Paraizo
Performer
COMPOSITION & LYRICS
Carlos Alves
Carlos Alves
Songwriter
Manuel Morgado
Manuel Morgado
Composer
Matheus Paraizo
Matheus Paraizo
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
Beiro
Beiro
Mastering Engineer
Lunn
Lunn
Producer

Tekst Utworu

Estou a puxar alavancas e o que é que cada porta traz
Onde a discórdia nasce
Nestes passos de gigante, há um Trane a passar por baixo,
Pergunta ao Minus, sabe
Neste espaço no entanto, há um plano para não ser fugaz
Onde a minha tinta arde
A minha ponte é uma corda e eu caminho sem olhar pa lados
No meu genus varus
Vê o meu vulto, evapora,
Vou só para a volta
Vê devagar, esta valsa onde envolvo a
Nesta arte não há farsa
e é por isso que perdura
Sem perder o contraste
Como o Miles soa a Tutu
nesta obra, cada nota é blue
como o Baden, nos seus estudos na viola
eternizo num registo, peregrino nesta história
As minhas cores incomuns, com que risco linhas tortas
Minha vida é passiflora
E no processo o fruto brota
Para ti só esse fim importa
Poderes colher e ires embora
Achas que isto é só um frete
Que o meu path desvirtua
Claro que isso reflete a tua mente imatura
Preocupas que eu me perca
Mas meu ego está na rua
Sem cores na minha pintura
Mas sou uma opala escura
Dizes que eu fico na bed
Que eu preciso de uma grua
Não exploras o teu cerne
Mostra lack de postura
Sim eu escavo para saber
De onde vem minha estrutura,
Só com a luz da lua
Ya sou uma opala escura
Incendeio, encitei-o
queimo e o cheiro, traz a tua atenção
Um gracejo, corteja-me
Finge compreender a minha combustão
Há momentos que os problemas são palavras,
Eu tenho um arsenal e mesmo assim só encravo-as
O teu fundo ele é tão baixo, que o meu corpo só encalha
Assim que me aproximo dessas margens vejo mágoas
Marcas que tu escondes por de trás de maõs beijadas
Há medida que essas falas saiem firmes e abastadas
São pérolas, diamantes, ainda assim não são opalas.
Minha vida é passiflora
E no processo o fruto brota
Para ti só esse fim importa
Poderes colher e ires embora
Achas que isto é só um frete
Que o meu path desvirtua
Claro que isso reflete a tua mente imatura
Preocupas que eu me perca
Mas meu ego está na rua
Sem cores na minha pintura
Mas sou uma opala escura
Dizes que eu fico na bed
Que eu preciso de uma grua
Não exploras o teu cerne
Mostra lack de postura
Sim eu escavo para saber
De onde vem minha estrutura,
Só com a luz da lua
Ya sou uma opala escura
Written by: Carlos Alves, Manuel Morgado, Matheus Paraizo
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