album cover
Emboscadas
55
Pop
Emboscadas foi lançado em 27 de setembro de 2010 por Parlophone Portugal como parte do álbum Do Amor e Dos Días
album cover
Data de lançamento27 de setembro de 2010
SeloParlophone Portugal
IdiomaPortuguês
Melodicidade
Acusticidade
Valence
Dançabilidade
Energia
BPM100

Vídeo da música

Vídeo da música

Créditos

INTERPRETAÇÃO
Camané
Camané
Vocais
Carlos Bica
Carlos Bica
Baixo
José Mário Branco
José Mário Branco
Direção musical
Carlos Manuel Proença
Carlos Manuel Proença
Violão
José Manuel Neto
José Manuel Neto
Violão
António Pinheiro Da Silva
António Pinheiro Da Silva
Flauta doce
Filipe Feio
Filipe Feio
Flauta doce
Nelson Carvalho
Nelson Carvalho
Flauta doce
Ricardo Espinha
Ricardo Espinha
Flauta doce
COMPOSIÇÃO E LETRA
Sérgio Godinho
Sérgio Godinho
Composição
PRODUÇÃO E ENGENHARIA
José Mário Branco
José Mário Branco
Engenharia (mixagem)
António Pinheiro Da Silva
António Pinheiro Da Silva
Engenharia (mixagem)
Paulo Salgado
Paulo Salgado
Produção
Filipe Feio
Filipe Feio
Engenharia (gravação)
Nelson Carvalho
Nelson Carvalho
Engenharia (gravação)
Ricardo Espinha
Ricardo Espinha
Engenharia (gravação)

Letra

Foste como quem me armasse
Uma emboscada
Ao sentir-me desatento
Dando aquilo em que me dei
Foste como quem me urdisse
Uma cilada
Vi-me com tão pouca coisa
Depois do que tanto amei
Resgatei o teu sorriso
Quatro vezes foi preciso
Por não precisares de mim
E depois, quando dormias
Fiz de conta que fugias
E que eu não ficava assim
Nesta dor em que me vejo
De nos ver quase no fim
Foste como quem lançasse
As armadilhas
Que se lançam aos amantes
Quando amar foi coisa em vão
Foste como quem vestisse
As mascarilhas
Dos embustes que se tramam
Ao cair da escuridão
Resgatei o teu carinho
Quatro vezes fiz o ninho
Num beiral do teu jardim
E depois já em cuidado
Vi no espelho do passado
A tua imagem de mim
E esta dor em que me vejo
De nos ver quase no fim
Foste como quem cumprisse
Uma vingança
Que guardava às escuras
Esperando a sua vez
Foste como quem me desse
Uma bonança
Fraquejando à tempestade
De tão frágil que se fez
Resgatei o teu ciúme
Quatro vezes deitei lume
Ao teu corpo de marfim
E depois, como uma espada
Pousei na terra queimada
O meu ramo de alecrim
E esta dor em que me vejo
De nos ver quase no fim
Foste como quem me armasse
Uma emboscada
Foste como quem me urdisse
Uma cilada
Written by: Sérgio Godinho
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