album cover
Lisnave
182
Pop
Lisnave foi lançado em 1 de janeiro de 1996 por Parlophone Portugal como parte do álbum Rio Grande
album cover
Data de lançamento1 de janeiro de 1996
SeloParlophone Portugal
IdiomaPortuguês
Melodicidade
Acusticidade
Valence
Dançabilidade
Energia
BPM71

Créditos

INTERPRETAÇÃO
Rio Grande
Rio Grande
Interpretação
João Gil
João Gil
Violão, Vocais
Rui Veloso
Rui Veloso
Vocais, Violão de 12 cordas
João Martins
João Martins
Flauta doce
Tim
Tim
Vocais, Baixo
André Rocha
André Rocha
Percussão
Jorge Palma
Jorge Palma
Vocais, Piano
Vitorino
Vitorino
Vocais
COMPOSIÇÃO E LETRA
João Monge
João Monge
Letra
PRODUÇÃO E ENGENHARIA
João Gil
João Gil
Produção
Ray Staff
Ray Staff
Engenharia (masterização), Engenharia (edição)
Rui Veloso
Rui Veloso
Produção
João Martins
João Martins
Engenharia (mixagem), Engenharia (gravação)
Tim
Tim
Produção

Letra

[Verse 1]
Há homens de toda a sorte
Com sonhos e desenganos
Homens do sul e do norte
E também há africanos
[Verse 2]
Cada qual seus apetrechos
Todos de azul são fardados
Aprendem os novos eixos
Outra raça de soldados
[Verse 3]
Quando toca a campainha
Está na hora do avio
Comi caril de galinha
Dei o caldo de safio
[Verse 4]
Comi caril de galinha
Dei o caldo de safio
Quando toca a campainha
Está na hora do avio
[Verse 5]
Os barcos de todo o mundo
Chegam doentes, idosos
Depois de uma volta ao fundo
Partem muito mais vistosos
[Verse 6]
Os nossos representantes
Dizem com muito calor
Se não somos almirantes
Temos o nosso valor
[Verse 7]
Eu que nunca vi o mar
Nunca lhe senti o frio
Ando agora a remendar
A barriga de um navio
[Verse 8]
Ando agora a remendar
A barriga de um navio
Eu que nunca vi o mar
Nunca lhe senti o frio
[Verse 9]
(Eu que nunca vi o mar)
(Nunca lhe senti o frio)
(Eu que nunca vi o mar)
(Nunca lhe senti o frio)
(Eu que nunca vi o mar)
(Nunca lhe senti o frio)
(Eu que nunca vi o mar)
[Verse 10]
(Eu que nunca vi o mar)
(Nunca lhe senti o frio)
(Eu que nunca vi o mar)
(Nunca lhe senti o frio)
(Eu que nunca vi o mar)
(Nunca lhe senti o frio)
(Frio)
Written by: João Monge
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