album cover
Calunga
Latin Rap
Calunga foi lançado em 31 de maio de 2023 por SOLIDO PROD como parte do álbum Calunga - Single
album cover
Data de lançamento31 de maio de 2023
EditoraSOLIDO PROD
Melodicidade
Acústica
Valência
Dançabilidade
Energia
BPM127

Créditos

PERFORMING ARTISTS
FAU$$TO
FAU$$TO
Performer
COMPOSITION & LYRICS
Fabio da Costa
Fabio da Costa
Songwriter

Letra

Eu viro copo
Eu viro jogo
O mais desenrolade da capital
Fazendo essa merda de novo
Eles nos dão problemas pra resolver
E um único jeito fácil pra resolver
Pra um menor se envolver basta
Ele sentir o poder do revólver
O peso do ferro na mão
Então deixa rolar
Quero ver o desenrolar das próximas cenas
Da novela, Não desliga a TV depois tem o jogo
Brasileirão
Fora das câmeras de novo o povo se fodendo vem ver
Brasileirinhas
Mas o povo para é pra ver povo se matando
No horário de almoço, depois voltar pra labuta
Sem tempo de pensar nessas disputas, nos desgovernos
Nem no que dizem esses caras de terno, são muito chatos
Papo vai papo vem, mas é sempre o mermo
Zé povinho muito chato, tão julgando meu veneno
Tô nem veno, s e eu quiser beber eu bebo mesmo
Nêgo não tô te devendo, quem tiver me devendo vai pagar
Quem tiver me roubando, eu vou te achar
Vaso ruim não quebra, se eu cair vou nem rachar
Passa o jet que eu vou pixar, hoje eu tô bicho então vou bichar
Eu viro copo
Eu viro jogo
O mais desenrolade da capital
Fazendo essa merda de novo
‘Tô muito ocupado trampando
Compondo de sete as sete
Armando um plano tramando
Um plano de mestre
Amando bebendo no meio de campo
Tá de sete a um
Cabeças cavernas mentes sombrias de sete além
Talento não falta mas os sacríficios não valem de nada
Nem no trabalho de escola por isso não anoto nada
Só noto o modo que o mundo me olha achando que eu faço
Isso do nada
Geração espontânea, eu não vim de caiaque, eu vim foi na raça
Cheguei foi no nado
Atravessando A Grande Calunga, teu barco é furado
Por isso afunda, meu corpo fechado, conquistando tudo
E vocês com cara de bunda, bando de ingrato
Não me ajuda, deixa que eu me viro
Tu vira’ as costas mas não me julga se não eu vou lá
e me vingo
Voilá, ser da paz nessa guerra santa cansa
A vingança nunca é plena, mata a alma e envena
Mas veneno em pequenas doses pode ser remédio
Por isso me mato de dose em dose, pra evitar a matança
Pra evitar desavenças, pra não entrar nessas danças
Pra vacinar as doenças, como um câncer na alma
Pra não ligar pro que tu pensa, armas são para revolução
Não para a tua revolta, o bem sempre vence, mas o mal
Sempre volta
Eu viro copo
Eu viro jogo
o mais desenrolade da capital
Fazendo essa merda de novo
Written by: Fabio da Costa
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