album cover
Orientai-Me
album cover
Orientai-Me was released on December 12, 2011 by Boca do Oriente as a part of the album Desorientado
ReleasedDecember 12, 2011
LabelBoca do Oriente
LanguagePortuguese
BPM93
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy

Lyrics

[Verse 1]
Aos braços do passado dedico as minhas vitórias
Fiz o melhor que pude, fiz o melhor que pude
E de coração aberto, sigo o caminho do meio
Amor e atitude, amor e atitude
Fracassos do passado mudaram minha trajetória
Busquei a plenitude, busquei a plenitude
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
[Verse 2]
Aos braços do passado dedico as minhas vitórias
Fiz o melhor que pude, fiz o melhor que pude
De coração aberto sigo o caminho do meio
Amor e atitude, amor e atitude
Fracassos do passado mudaram minha trajetória
Busquei a plenitude, busquei a plenitude
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
[Verse 3]
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
[Verse 4]
Respeite os idosos, cative as crianças
Tire o seu ténis antes de entrar em casa
Respire a flor de lótus e cuide dos seus chakras
A família é sagrada, capaz de me dar asas
Meu lar é um templo para todo tempo
Essências de incenso no oxigênio
Seicho-no-ie, Confúncio e Dalai
De mãe para filho, de avô para pai
[Verse 5]
Aos braços do passado dedico as minhas vitórias
Fiz o melhor que pude, fiz o melhor que pude
De coração aberto, sigo o caminho do meio
Amor e atitude, amor e atitude
Fracassos do passado mudaram minha trajetória
Busquei a plenitude, busquei a plenitude
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
[Verse 6]
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
O esforço foi sincero, me orgulho da nossa história
Se quiser tá elevado, se acostume com a altitude
[Verse 7]
(E cante o som mais fúnebre de um triste hino)
(Do sapo ao girino, do homem ao menino)
(De Leonardo a chino)
[Verse 8]
Quem é você
O que tu tá fazendo aqui
Veio pra mandar mensagem ou só pra se divertir
Veio pra interagir ou se isolar, se deprimir
Se derramar até as teias do tempo, te consumir
Seguiu o caminho do tal, quando o tal trem das sete partir
Chorar e sorrir, chover e sentir, chapar e usufruir
O bendito fruto, nada e tudo, estudo do eterno mistério de existir
O sopro divino é dedicado a Ti
Com o talento de Deus
Tome cuidado na estrada longa e mal iluminada
Deixe que seus ouvidos encontrem meus murmúrios
Martírios, vitória do relógio que Salvador Dali derreteu
Nos ombros do homem hipnotizado por conforto
Os loucos partem aos poucos
Sabendo o que é digno morrer vivendo
E perda de tempo viver morto, feche o olho
E se concentre na sua respiração
[Verse 9]
(De origem Tibetana, muito antiga, essa é a mais completa)
(Das práticas que influenciamos para trabalhar)
(Todas as nossas possibilidades internas ao mesmo tempo)
(De forma harmônica e equilibrada)
(Num primeiro momento, esse exercício equilibra o)
(Funcionamento dos chakras, depois, num segundo momento)
(Esse exercício começará a despertar as possibilidades)
(E potenciais oculto dos chakras)
[Verse 10]
E Alá (E Alá), aquele mesmo indivíduo
Entre os mesmos sermões e apertos de mão
E no campeonato do ódio, bicarbonato de sódio e pão
De cada dia e noite, às vezes a tarde é tarde, então
Quatrocentos anos de açoite, vem ébrio e doente, tá lá sem presente
Entre o céu e o chão, sóbrio e são
Na harmonia do cosmos, sendo São Cosmo e São Damião
Ser livre no arbítrio, mostra o ponto de equilíbrio, João
Assim eu vou, assim vou, vou no caminho do futuro
Vovó, irmãs e irmãos, claro ou escuro
Orçam contratos a mão
Com ré, mi, fá, sol, lá, si, sem dó da Babylon
Das selvas de pedra, sem órfãs e órfãos
Servos das trevas, Gus
O mar em que tu navegas, é a saga que tu segue às cegas
[Verse 11]
Dim, dom, dim, dim, dom, dim, dim, dim, dim, dim
Dim, dom, dim, dim, dom
[Verse 12]
(Apocalipse now, no, no, no, now)
Written by: Black Alien, Bruno Silva, Chino, Forage, Liink, NISSIN
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