album cover
Complexo de Atlas (Prod. John Miller) [feat. Beware Jack]
70
Hip-Hop/Rap
Complexo de Atlas (Prod. John Miller) [feat. Beware Jack] was released on May 20, 2019 by Raia as a part of the album A Última Gota
album cover
Release DateMay 20, 2019
LabelRaia
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM83

Music Video

Music Video

Credits

PERFORMING ARTISTS
Beware Jack
Beware Jack
Performer
John Miller
John Miller
Performer
ORTEUM
ORTEUM
Performer
COMPOSITION & LYRICS
André Miguel Augusto dos Santos
André Miguel Augusto dos Santos
Songwriter
Carlos Manuel Nunes Nero
Carlos Manuel Nunes Nero
Songwriter
Carlos Filipe Costa da Rocha Reis
Carlos Filipe Costa da Rocha Reis
Songwriter
Fábio Miguel Timas Rodrigues
Fábio Miguel Timas Rodrigues
Songwriter
João António Carvalho Monteiro
João António Carvalho Monteiro
Composer

Lyrics

Cravo os dedos no horizonte, elevo o monte
É maldição
Mas garanto-te que o azar é teu se o globo me escorrega da mão
(É tipo)
Presente envenenado que bebo colado ao balcão
É tipo betão: duro
Esmaga-te o futuro por diversão
Sinto que são toneladas, números, coordenadas
É só pressão e execução para quem erra
Seguro, suporto a Terra até que a minha coluna verga
Ruma cega nesse barco que o esqueleto nu navega
Vida é toda certa
E tudo certo entra e fuma
Sais da minha casa com a dorsal à corcunda
Cobra cascavel é tão amável e profunda
Se tu provas do veneno ficas à volta em rotundas
Complexo de Atlas
Vou caçar a caça
No complexo de mapas, terra e água de graça
Eu não nego
Eu 'tou tão leve com a proposta
É o fardo que eu carrego quando levo o mundo às costas
Encadeado com tantos flashes
No corpo sentes cansaço
Por não ter descansado bem, mas tanto faz
O depósito tem sede de trabalho
Levanto cedo, não falho
Maior o dever, maior a responsabilidade
Sei que tu foste avisado do peso árduo deste fardo
Então prepara-te p'a ficar suado, não dá p'a encostar
Aposta tudo aquilo que tens guardado ou pede emprestado
Terramotos, vendavais e tempestades
Tu não viste nem metade
Mas na verdade eu acho que nem sequer vi um terço
Da minha população sem nexo que gera ira desde o berço
Cegos e surdos pelo sucesso
Tão impacientes
Que andam iludidos pelas cores
Quando deviam ser transparentes
(Acorda)
Eu estou ciente que nunca hei de dar a mão aos meus, e então?
Vive do castigo de te virares contra um Deus, cabrão
Utopia, ilusão
Consumia frustração
Até o dia em que vos largar da mão - prova o meu chão
Yo chill
Man, calma aí bro
Isto é só a primeira parte
Complexo de Atlas
Conceptual é quando me sinto menos vulgar, mais fugaz
No mesmo lugar a levares com heritage
Isso é rio chique e eu viro Chico Buarque
No dia em me tirarem os pés do solo, legado vai ligar-te
Rhymeshit que abala como o Chullage
Negócio fica duro e tu num impasse
Eu este mar nado só com um braço
O que fica livre é o que me dá mais um bafo
E num passo decora a dança e observa a festa
Mas tens uma tarefa e não te podes safar desta
Assim que a pressão aumenta, pernas cedem
Suor escorre pela testa
Agora é bom que jogues pela certa
Sei que o Universo conspira p'a que tropeces
Com mira no teu sucesso
E por mais que implores, ele acerta-te
Como não pudeste cumprir a tua missão na Terra
Agora imagina-a ao longe, já não podes vê-la perto mano
Eu vi-o a erguer o tecto onde morreu
É que se eu seguro neste globo, alguém a segurar no meu
É que se eu não bebo do copo, alguém que não bebe do seu
E se eu não sinto o corpo
Há alguém que sofre há bem mais tempo do que eu
Espero não sei igual ao que se foram tornando
Mas se pensares bem, foste a origem disto tudo, mano
(Foi um engano)
Futuro é uma fachada
Manda-te emboscada
Só carrego a culpa de quem não sente culpa de nada, e tu?
Sou quem agarra e eleva a barra p'a meter respeito
Mas se quiser sou quem te larga p'a te ver desfeito
Questão de jeito
Mas se vens dar p'a rookie, dobro o teu Mapa Mundi
P'a não haver defeito
A minha BIC ferve
Queimo papel como um rico deve
Vil com skill é fel para DeepWeb
S'a foda o feedback
Abano o mundo como um globo de neve até que o vidro quebre
Rezo e peço mapas p'a salvar com o meu verso
Com Complexo de Atlas
Então porque é que te matas quando sabes que 'tá seguro?
E que saque atrás de saque a tripulação enche o barco?
Mas esta merda pesa!
Todo o dia ele ergue a peça
E não devia estar na merda se a utopia está na prega
Num rio onde um Deus naufraga, um mortal navega
Porque o mundo é de quem o carrega
E o mundo é meu
'Tá descansado, ele está seguro porque o mundo é meu
A assegurar o teu futuro porque o mundo é meu
Faz o que tiveres a fazer mas o mundo é meu
No fim de tudo vais saber man, que o mundo é meu
Written by: André Miguel Augusto dos Santos, Carlos Filipe Costa da Rocha Reis, Carlos Manuel Nunes Nero, Fábio Miguel Timas Rodrigues, João António Carvalho Monteiro
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