album cover
Katrina
148
Hip-Hop/Rap
Katrina was released on February 10, 2023 by xtinto as a part of the album Latência
album cover
Release DateFebruary 10, 2023
Labelxtinto
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM114

Music Video

Music Video

Credits

PERFORMING ARTISTS
xtinto
xtinto
Performer
COMPOSITION & LYRICS
xtinto
xtinto
Lyrics
Billy Verdasca
Billy Verdasca
Composer
Lunn
Lunn
Composer
João Maia Ferreira
João Maia Ferreira
Composer
Kidonov
Kidonov
Composer
PRODUCTION & ENGINEERING
Lunn
Lunn
Producer
João Maia Ferreira
João Maia Ferreira
Mixing Engineer

Lyrics

Eu escondo pés de barro com o meu gigantismo
Eu 'tou de olho p'ra onde escarro, se não tiver, atinjo-me
Ao teu olho sou escarlate, se não tiver, eu tinjo-me
É que o meu golo é escalar-te, fazer alpinismo
A paz que tu viste na guerra fez-me virar cisne
Ou finge que não sabes quem era noutra vida, eu cinjo-me
A lidar com essa merda, dorme enquanto eu cismo
Se quando tu caíste à terra, eu senti o sismo
É que eu invejo quem sobe
(Meu ciúme some quando és só minha)
Há aí ventos que eu sopro
(Em suma, sopro só até ser Katrina)
Não inventes, vem só
(Não sumo, eu só fico até ser rotina)
E os dentes que eu dropo?
(Todos, miúda, só podes ser mentira)
Eu invejo quem sobe
(Meu ciúme some quando és só minha)
Há aí ventos que eu sopro
(Em suma, sopro só até ser Katrina)
Não inventes, vem só
(Não sumo, eu só fico até ser rotina)
E os dentes que eu dropo?
(Todos, miúda, só podes ser mentira)
Saí da cama para arrumar mobília do meu medo e dei ghost
Vim da lama para a honrar
Eu escolho a família a dedo e 'tou pronto
Vida teima em me educar
E eu também me hei-de enterrar no meu foco
Mas antes isso que atolar o meu piso
Com aquele: "Ai, ninguém me toque"
Cheio de pedras, cheio de merda, 'tão vim lavar a bola
Só p'ra te pôr a par de como é que o mal é visto
É um quadro todo preto como o do Malevich
'Tava num quarto cheio de medo, tu vê-lo mal evites
A luz e perdes a noção então nunca há limites
Sorte é arte não ter chão, vê que no cal emites
O contraste desse quadro cujo o calo é rijo
Juro, pega neste escarro para aplicá-lo e diz-me
Se eu vou ser alguém, é que
Eu escondo pés de barro com o meu gigantismo
Eu 'tou de olho p'ra onde escarro, se não tiver, atinjo-me
Ao teu olho sou escarlate, se não tiver, eu tinjo-me
É que o meu golo é escalar-te, fazer alpinismo
A paz que tu viste na guerra fez-me virar cisne
Ou finge que não sabes quem era noutra vida, eu cinjo-me
A lidar com essa merda, dorme enquanto eu cismo
Se quando tu caíste à terra, eu senti o sismo
É que eu invejo quem sobe
(Meu ciúme some quando és só minha)
Há aí ventos que eu sopro
(Em suma, sopro só até ser Katrina)
Não inventes, vem só
(Não sumo, eu só fico até ser rotina)
E os dentes que eu dropo?
(Todos, miúda, só podes ser mentira)
Eu invejo quem sobe
(Meu ciúme some quando és só minha)
Há aí ventos que eu sopro
(Em suma, sopro só até ser Katrina)
Não inventes, vem só
(Não sumo, eu só fico até ser rotina)
E os dentes que eu dropo?
(Todos, miúda, só podes ser mentira)
Aqui o "xistinto", 'tá a dizer que sim, "The House That Jack Built"
Shoutout "xistinto" não, é "xtinto", só "xtinto"
("xtinto", "xtinto", "xtinto")
Não, sabes o que é que é engraçado?
Porque buéda gente diz "xistinto" e ele 'tá sempre a falar disso
(Ai, é que "xtinto", claro, claro, "xtinto")
Written by: Billy Verdasca, João Maia Ferreira, Kidonov, Lunn, xtinto
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