album cover
Nortes
2
Hip-Hop/Rap
Nortes was released on November 10, 2023 by Psica Gang as a part of the album Nortes
album cover
AlbumNortes
Release DateNovember 10, 2023
LabelPsica Gang
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM76

Music Video

Music Video

Credits

PERFORMING ARTISTS
Sumano
Sumano
Performer
Victor Xamã
Victor Xamã
Performer
Moraes MV
Moraes MV
Performer
COMPOSITION & LYRICS
Euller DE Oliveira Santos
Euller DE Oliveira Santos
Songwriter
Victor Garcia de Almeida
Victor Garcia de Almeida
Songwriter
Luca Pinheiro de Aquino
Luca Pinheiro de Aquino
Songwriter
Sheriton Moraes Varela
Sheriton Moraes Varela
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
NoShugah
NoShugah
Producer

Lyrics

Imagina se os menor daqui souberem quem são
Da força que têm, fodido cêis tão
Apressa meu tempo vivo e pensam que vai ficar por isso mesmo (não!)
Imagina se os menor daqui souberem quem são
Da força que têm, fodido cêis tão
Apressa meu tempo vivo e pensam que vai ficar por isso mesmo (não!)
Querem nós em tirolesas, erram e se retiram ilesos
Se não contemplar os nossos, hoje é tiro neles
Revoltado em cada ataque, o coração mais guerrilheiro
(O coração mais guerrilheiro)
Nega escrita que viro MC
Nega escola que viro griot
Pega as arma que eu viro bala
Mata um herói que me torno um
Na tua falha, sou goleador
Tiro a faixa desse capitão
Bem Vinagre pela capital pra decapitar o teu governador
Na oratória trouxemos a guerra
Pra fazer guerra dentro da guerra
Séculos que eles só fizeram merda
Mas não são donos da porra da terra
E diz o que fica: o santo vivo ou o que se crucifica?
Os da fuga ou os que se prontifica?
Bem N'Zinga, mais cedo nós vinga
Bota a cara e conhece minha íra
Hoje vai ter sangue azul no inferno verde
Tomamo de assalto a city em meio-dia
Forjam amnésia porque temem os nossos
Cada vez que canto mais cabano fico
Hoje vai ter sangue azul no inferno verde
Tomamo de assalto a city em meio-dia
Forjam amnésia porque temem os nossos
Cada vez que canto mais cabano fico
Cheiro de medo, bicho da mata
O perfume e a beleza do dia
De noite se torna sombria
Se perde na entrada
Grita "Amazônia" mas nunca te vi por aqui
Falo segurando a faca
Esconderam essa história de mim
O poder tem a mesma cara
Quer te fazer de meritocrata
Te vestir de cara pálida
Dar espelhos e roubar tua alma
Pegar aos poucos tua humanidade
Em cidades construir cidades
No teu peito colocar barragem
A troco de que?
Manutenção do poder!
Hoje vai ter
Sangue azul no inferno verde
Bicho da mata, eu sinto cheiro do medo
Sangue azul no inferno verde
Grita Amazônia mas nunca te vi (nunca te vi) por aqui
Imagina se os menor daqui souberem quem são
Da força que têm, fodido cêis tão
Apressa meu tempo vivo e pensam que vai ficar por isso meso (não!)
Imagina se os menor daqui souberem quem são
Da força que têm, fodido cêis tão
Apressa meu tempo vivo e pensam que vai ficar por isso meso (não!)
Eles devastaram o chão sagrado com discurso de conquista
Passaram borracha numa história que eu mesmo extraia
Falam da revolta em exagero, como pura histeria
Mas em condições iguais, hoje, quantos Sumano nós teria?
Milhares de vezes pensei em parar
"Mano, taca o foda-se e puxa o gatilho!"
Mas pensei melhor, não vou fazer igual
Então mato no verbo, só no trocadilho
Quantos parente perderam seu povo?
Quantos passados viraram mistério?
Falam em evolução com floresta no chão
Invadem território pra roubar minério
(Não mais!)
Vão me conter, como Kanté, me libertei
(Não mais!)
Vão me calar, Kunta Kinte, como cantei
(Não mais!)
Vão me conter, como Kanté, me libertei
(Não mais!)
Vão me calar, Kunta Kinte, como cantei
Nunca!
Written by: Euller DE Oliveira Santos, Luca Pinheiro de Aquino, Sheriton Moraes Varela, Victor Garcia de Almeida
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