album cover
CAPITAL
896
Hip-Hop/Rap
CAPITAL was released on December 6, 2024 by PAUZA as a part of the album GAIATO
album cover
AlbumGAIATO
Release DateDecember 6, 2024
LabelPAUZA
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM70

Credits

PERFORMING ARTISTS
$TAG ONE
$TAG ONE
Performer
Janga
Janga
Remixer
COMPOSITION & LYRICS
Daniel Figueiredo
Daniel Figueiredo
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
Composto
Composto
Producer
Janga
Janga
Mastering Engineer

Lyrics

O portuense é o homem mais delicado
O homem mais bom homem que se possa imaginar
Só há três coisas de que ele não gosta
E aí é perigoso brincar com ele
Essas três coisas são
Não gosta de Lisboa
Não gosta da Polícia
Não gosta da autoridade
É que eu 'tou no Porto, é tudo nosso
Contar papiro, tudo o que eu posso
Venha turista só dá negócio
Ah, não és daqui? Anda que eu mostro
'Tou na Invicta, guna e gatuno
Mano, eu assumo olha de onde eu vim (blah)
Não falta consumo, não falta pataco
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto, é tudo nosso
Contar papiro, tudo o que eu posso
Venha turista só dá negócio
Ah, não és daqui? Anda que eu mostro
'Tou na Invicta, guna e gatuno
Mano, eu assumo olha de onde eu vim
Não falta consumo, não falta pataco
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
Não se passa cavaco nem ouro ao bandido
Não te dou tabaco vai pedir na Mouzinho
Também há bom gado não há só bom vinho
É que 'tou no Porto
Tenho muita marca no corpo
Hoje em dia marca no corpo
Não quero saber se dá pó' torto
Pa' 'tar de joelhos, prefiro 'tar morto
(É que 'tou no Porto)
Agora mais calmo, mas não me testes
Nisto sou nato, normal que detestes
Congelei o Mestrado, derreti os mestres
Não há banco nesta city que me abanque
Não costumamos usar o multibanco
Guita morta nem um espírito santo
Porque não há banco nesta city que me abanque
Portanto canto tanto
Quanto e quando mano?
Enquanto banco tanto
Canto manto branco
Encanto antro santo
Pam-pam-pam
Queres que eu rime?
Papel sublime já não vem do crime, em dinheiro sou pago
Nem assino cheques 'tou a ser real
Diz à tua team: Bagão ou bago
Assassino em séries, mas não me testes
É que eu 'tou no Porto, é tudo nosso
Contar papiro, tudo o que eu posso
Venha turista só dá negócio
Ah, não és daqui? Anda que eu mostro
'Tou na Invicta, guna e gatuno
Mano, eu assumo olha de onde eu vim
Não falta consumo, não falta pataco
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto, é tudo nosso
Contar papiro, tudo o que eu posso
Venha turista só dá negócio
Ah, não és daqui? Anda que eu mostro
'Tou na Invicta, guna e gatuno
Mano, eu assumo olha de onde eu vim (Porto)
Não falta consumo, não falta pataco
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto (blah)
É que eu 'tou no Porto
Mano o que eu faço não conto
Agora não sei o que é um conto
Nessa luta 'tou pronto daí ser
O Príncipe do Porto
Paga só, não te dou troco
Agora o hip-hop é outro
Chego na Vila 'tou louco
Mano o que eu faço não conto
Guita, guita, guita, guita (money)
Parnon sonacai l'argent
Jack the Ripper da Invicta
Pós' rappers sou Bicho Papão
Boogie, boogie, bogeyman, quer é
Bootie, bootie, bootie, damn, pois é
Pela glota sou poliglota
No hood de hoodie com groupie ou fan
Keskia mon poto
Dios está mirando a Oporto
All good in the hood fosho
Figlio di puttana sono
Walla Frattelo
Meu soldado de chinelo
'Tamos aí no PRT
Não é CBD é do belo, ó filho
(Dale)
Portuenses abanam sacos do pão
Com estalinhos nem é São João
Diz-me uma banca que arrebente
E faça filas assim em pleno verão
'Tá tudo no coco
'Tá tudo ao soco
Em puto disse: Poto
Porto, Porto, Porto
É que eu 'tou no Porto, é tudo nosso
Contar papiro, tudo o que eu posso
Venha turista só dá negócio
Ah, não és daqui? Anda que eu mostro
'Tou na Invicta, guna e gatuno
Mano, eu assumo olha de onde eu vim
Não falta consumo, não falta pataco
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto, é tudo nosso
Contar papiro, tudo o que eu posso
Venha turista só dá negócio
Ah, não és daqui? Anda que eu mostro
'Tou na Invicta, guna e gatuno
Mano, eu assumo olha de onde eu vim (blah)
Não falta consumo, não falta pataco
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
É que eu 'tou no Porto
A autoridade vinga-se, resistindo
Da polícia vinga-se, ignorando
E de Lisboa vinga-se
Recebendo com a maior delicadeza
Com a mais bizarra cortesia os lisboetas que aqui vêm
Written by: Daniel Figueiredo
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