album cover
Cotidiano
Hip-Hop/Rap
Cotidiano was released on July 18, 2025 by Mano Gu D'Oz as a part of the album Cotidiano - Single
album cover
Release DateJuly 18, 2025
LabelMano Gu D'Oz
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM

Credits

PERFORMING ARTISTS
Mano Gu D'Oz
Mano Gu D'Oz
Performer
gptonosbeats
gptonosbeats
Performer
Danilo Bertunes
Danilo Bertunes
Performer
COMPOSITION & LYRICS
Danilo Bertunes
Danilo Bertunes
Songwriter
Gustavo Oliveira
Gustavo Oliveira
Composer
PRODUCTION & ENGINEERING
gptonosbeats
gptonosbeats
Producer

Lyrics

Numa cidade grande,
um mutirão de gente,
rotina cansativa, de pé às seis da matina.
Um clima diferente, que impôs para si próprio
sabedoria divina, de mestre, de ninja,
enfrentar o dia a dia atrás do empório,
na corrida do ouro ou de um propósito
Magnata...
ou só não deixar faltar mais nada na mesa.
Qual é sua meta diária?
Não deixar sua soberba ser maior do que os seus sonhos podem chegar
Batalha tanto, acorda cedo,
mas no final do dia, vai descansar
Seja melhor do que te faz pior
Tenha tudo que você sempre quis,
não ultrapasse os limites,
não passe por cima de ninguém
E ninguém vai dizer o que é certo
Suas ações, você é seu próprio guia
Respeite o tempo, viva essa vida
Sua recompensa está por vir
E ninguém vai dizer o que é certo
Suas ações, você é seu próprio guia
Respeite o tempo, viva essa vida
Sua recompensa está por vir
Atrás das moedas, de um sonho, de paz e progresso
Os mano lutou
Mas a zica parece te pôr no deserto
Quente e sem flor
Existe um oásis, na água se vê um reflexo de um sofredor
Que persiste no cotidiano difícil e perverso, mas vencedor
Cinco da matina, preto na calada
Cheio de melanina, pronto pra batalha
Farol alto na neblina, tem criança na calçada
Deus ajuda, Deus ensina, Deus acolhe a quebrada
Não tem marmita hoje, ó que bagulho muito louco
Será que o patrão consegue ver o seu esforço?
4 condução, chão sem pavimento
Sorriso na cara, coração doendo
Tá vencendo, nego
Garantiu a cesta básica
O aluguel, nego
Já faz um ano que não atrasa
Às vezes dá um passo bem maior que a sua perna
Tropeçando e caindo, é errando que se acerta
Dói o coração, uma senhora revirando o lixo
Irmão alcoolizado abandonado ao meio fio
Falar de tudo isso é falar sobre um nicho
Que é a cara, a história, a verdade do Brasil
Político some e aparece em 4 anos
Falando o seu nome, te chamando de mano
Sujando ruas e vias sonoras
Trocam vidas por emendas e joias
Aumentam as frotas, fecham escolas
Enchem os bolsos, ficam na história
Oito da noite, com fome e cansado
Cobrindo mais um trabalhador adoentado
E ninguém vai dizer o que é certo
Suas ações, você é seu próprio guia
Respeite o tempo, viva essa vida
Sua recompensa está por vir
E ninguém vai dizer o que é certo
Suas ações, você é seu próprio guia
Respeite o tempo, viva essa vida
Sua recompensa está por vir
Atrás das moedas, de um sonho, de paz e progresso
Os mano lutou
Mas a zica parece te pôr no deserto
Quente e sem flor
Existe um oásis, na água se vê um reflexo de um sofredor
Que persiste no cotidiano difícil e perverso, mas vencedor
Written by: Danilo Bertunes, Gustavo Oliveira
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