album cover
Subir
Hip-Hop/Rap
Subir was released on August 25, 2025 by ENNI as a part of the album Subir - Single
album cover
Release DateAugust 25, 2025
LabelENNI
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM84

Credits

PERFORMING ARTISTS
ENNI
ENNI
Rap
COMPOSITION & LYRICS
Dos Santos
Dos Santos
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
ENNI
ENNI
Producer

Lyrics

Eu queria subir, meu mano, subir
E deveria surgir, meu mano, surgir
Uma oportunidade, meu mano, de verdade
Rolê pela cidade, meu mano, na cidade
É onde os sonhos morrem, meu mano, onde o seu
É bem mais importante, toma o espaço do meu
É onde um senhor pisa com descaso num seu
É onde um vende a alma e vem contar quanto deu
Meu olho brilha vendo uma pilha de moleque consciente
Os que ladrilham pela vila vendo um teto diferente
Tipo, o futuro é incerto. É, eu sei, minha gente
Mas o que eu quero é singelo e faz o bem, entende?
A lei, eu sei que pousa ao ombro, mas de quem realmente?
Eu dou uma olhada nos escombros, é que eu ganhei somente
E muito eu sei de sonho bobo, é onde eu salvei a mente
E o que advém desse ouro todo é nenhum um homem decente
Ganância pura e uma ânsia escura é a mancha impura
Dessa nação que com constância em toda instância é espúria
A minha herança é fúria, a minha lembrança é dor
A minha fé faz a lambança carecer de cor
E é melhor assim, algumas coisas são melhores assim
Se eu entendesse o mundo ao meu redor, seria o pior de mim
Então é melhor assim, algumas coisas são melhores assim...
Eu queria subir, meu mano, subir
E deveria surgir, meu mano, surgir
Uma oportunidade, meu mano, de verdade
Rolê pela cidade, meu mano, na cidade
É onde os sonhos morrem, meu mano, onde o seu
É bem mais importante, toma o espaço do meu
É onde um senhor pisa com descaso num seu
É onde um vende a alma e vem contar quanto deu
Porque a dignidade a minha idade em minha cidade é um luxo
Se vê em minha imagem a linha entre a miragem e o absurdo
E sempre tinha entrave entre os que sabem e permanecem mudos
Em entrelinhas, parte desses fazem os que enriquece ao luto
Lucrar, até o luar, um miserável suar
Cantar até acabar o itinerário e voltar ao lar
Me diz que em janeiro não tem outra crise, meu amor
Não diz que o dinheiro já tá negativo, senhor!
Me diz se do primeiro ao quinto não existe um abismo interior
Porque que trampando e honesto eu ainda me sinto inferior?
Então, um gole a mais, uma garrafa a menos, uma mágoa a menos
Hoje é ela que bebe de mim, eu só aproveito o sabor do veneno
Só fugir de mim mesmo, querendo atingir um lugar menos trêmulo
Mentir pra mim mesmo é o de menos, evadir os problemas tentemos
Mas eu sei que eles vem me pegar
De manhã, assim que eu acordar
Sei que eles vem me pegar
Amanhã, assim que eu acordar
Eu sei com o que eu vou ter lidar
Amanhã assim que eu acordar
De manhã, assim que eu acordar
Não queria mentir, meu mano, eu menti
Não sabia que aqui, meu mano, que aqui
As regras são assim, pra você e pra mim
Pra outros é diferente, pra outros nunca tem fim
A impunidade, meu mano, a impunidade
A ganância pela nota é a raiz dessa maldade
Eu vejo a vaidade, meu mano, a vaidade
Solta entre os nossos...
Written by: Dos Santos
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