album cover
Beijos e Balas
425
Hip-Hop/Rap
Beijos e Balas was released on February 13, 2026 by Dealema as a part of the album 96 ao Infinito
album cover
Release DateFebruary 13, 2026
LabelDealema
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM130

Music Video

Music Video

Credits

PERFORMING ARTISTS
Dealema
Dealema
Performer
Manel Cruz
Manel Cruz
Performer
MUNDO SEGUNDO
MUNDO SEGUNDO
Keyboards
COMPOSITION & LYRICS
André Neves
André Neves
Songwriter
Edmundo Silva
Edmundo Silva
Songwriter
Manel Cruz
Manel Cruz
Songwriter
Nuno Teixeira
Nuno Teixeira
Songwriter
Rui Pina
Rui Pina
Songwriter
PRODUCTION & ENGINEERING
MUNDO SEGUNDO
MUNDO SEGUNDO
Producer

Lyrics

Beijos e Balas
Manel Cruz:
Beijos e balas…
De braço dado
O amor e a revolta…
Maze:
A doçura, o confronto, o encontro a tortura
A ternura, o disparo, a amargura, o amparo
As trincheiras que cavamos serão sempre as nossas covas
Cóleras de estimação escondem negras nódoas
Gostos e desgostos, rostos em pólos opostos
Os drones dos monstros sobrevoam de olhos postos
Fogos-fátuos acendem a pólvora nas feridas
Mas o beijo é manifesto, dele dependem nossas vidas
Mundo:
Se amar é pecado, então eu já nasci culpado
Beijo de Judas deixa o peito todo furado.
Rezam por ti enquanto apertam o gatilho
Sorriso forçado, disfarçado de brilho
Línguas dormentes vêm com sabor a chumbo
Falam mal do topo mas querem sair do fundo
O divino é um cadáver num quarto sem janelas
A verdade Parabelum atravessa costelas
A raíz de todo o mal somos matemáticos
Teóricos retóricos e pouco práticos
Sucessos meteóricos, intergaláticos
Falsos simpáticos e nada empáticos
Há quem implore por amor e cuspa veneno
A esses não damos valor só fardo de feno
Círculo pequeno tamanho reduzido
Um beijo na testa respeito atribuído
Manel Cruz:
Beijos e balas
Caminhos da mesma semente
De braço dado
O amor e a revolta
Beijos e balas
Partilham o mesmo destino
Tão facilmente vão como voltam
Fuse:
Algoritmo sem padrão, vivo num sítio onde o ego não se mede
Onde o esquecimento tenta curar aquilo que a memória repete
Lado solar, lado lunar, serei um santo pecador
Atiro julgamentos para o ar, acerto no ódio e no amor
Trocamos a verdade nua para vestir uma falsa vaidade
Lavamos essa roupa suja na lavandaria da dualidade
Nem preto, nem branco, somos cinza no papel
Em bicos de pés no chão do inferno alcançamos o teto do céu
Expeão:
Rosto sem nome, olhos sem alma
Guetos no degredo, corpo sem alma
Noites sem fim, sem estrela-guia,
O som dos tiros, sirenes da polícia
A vida aqui é dura, ninguém quer estar só
Os becos , vielas, a luta e o pó
O medo é o patrão, mas não intimida,
Filho da madrugada , faca na ferida.
Quando morrermos, ergam monumentos
Que se abra o templo, tentamos-te purificar por dentro.
Inundar-te com fragrâncias divinais
Quando morrermos, enterra-nos nos canaviais
Que a terra cuspa o nosso corpo
Nascemos no Porto, Massarelos, palácios e castelos
Choram as ruas, lê os sinais
Eternas chuvas torrenciais
Manel Cruz:
Beijos e balas
Caminhos da mesma semente
De braço dado
O amor e a revolta
Beijos e balas
Partilham o mesmo destino
Tão facilmente vão como voltam
Beijos e balas
Caminhos da mesma semente
De braço dado
O amor e a revolta
Beijos e balas
Partilham o mesmo destino
Tão facilmente vão como voltam
Beijos e balas
Monstros e anjos
Luzes e sombras
Amor e Mágoa
Deuses e homens
Fúria e calma
Cinzas e sonhos
Beijos e balas
Written by: André Neves, Edmundo Silva, Manel Cruz, Nuno Teixeira, Rui Pina
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