album cover
Corrente
4
Alternative Rap
Corrente was released on April 17, 2026 by TILT as a part of the album ESPIRRO
album cover
AlbumESPIRRO
Release DateApril 17, 2026
LabelTILT
LanguagePortuguese
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy
BPM77

Credits

PERFORMING ARTISTS
TILT
TILT
Performer
Il-Brutto
Il-Brutto
Performer
André Santos
André Santos
Vocals
COMPOSITION & LYRICS
André Santos
André Santos
Lyrics
PRODUCTION & ENGINEERING
João Almeida
João Almeida
Producer

Lyrics

Vi colegas adormecidos
Faço com que a caneta baste
Pra' veres amigos entorpecidos corrente a baixo
Inovem bués mas, nove em dez prefere
Todo o que pensa que sabe dançar
Quando não tem pé sequer
Lá vai o gajo, cuidado
Pois se a comida que comes for a mesma que dás
Descobres o sistema de paz que desfaz a sigla
Não serias o primeiro a dar à costa com plástico na barriga
Depois de te esqueceres de por o elástico na mandíbula
(Ficas) Ficas farto
Um dia o vidro que tu pisas parte-se
Acabam-se as tardes onde patinas e mimicas arte
No fundo só quis ajudar-te
Antes da brisa levar-te
Friso a metade de animal metade de homem
Se preciso que me degolem
Relembrado como besta tipo que sou filho d (?)
E ocorrente
Porque é que me deixas ao relento
(Entre) o lixo que boia e o pop que vende
Ainda acabo só demente
Cuja mente só me tente
Falar com a voz que cá dorme dentro
E que me pede só um momento
Deixa acabar, que o povo foge de medo
Obsoleto, sa foda o vosso props
Se me querem no hip hop em modo esqueleto
Foda-se, dá-me uma corda boy
Que eu faço um nó decente
Até lá o meu torso torce e pingo uns trocos pó' sustento
(Já que a voz se estende)
Numa linha pura que nem em pó se vende
Mas é a minha cura em dose, tipo foda-se: "oh excelente"
É um crescimento pestilento
Não te incomodes me'mo numa de arrependimento
Agarra-te ao terço e acende vela
Zela, pela sentinela à mercê do vento que gela
Esventro a morte e adormeço dentro dela
A minha cela, onde o correr revela o cinzento
Sem conclusões, atento aos pontos
Pois eu sei que aos poucos vai-se vendo
Sou quem funde oasis no deserto e cai sedento
Arquitecto contempla o filho que com o tempo vai cedendo
A serpente quis-me enrolar com um papel que dobra
Mas tenho fel que sobra
Planto um pomar e calço pele de cobra
Sou aquela semente que brota
Vira tronco firme que observa artistas a voar e pa' onde o vento sopra
Só pra' que fiques ocorrente
Written by: André Santos
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