album cover
Canto Feio
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Canto Feio was released on September 7, 2026 by SLAXXERGANG as a part of the album Olorogun
September 7, 2026
LabelSLAXXERGANG
LanguagePortuguese
BPM74
Melodicness
Acousticness
Valence
Danceability
Energy

Lyrics

Tudo me tira do sério
Sobriedade me tira do sério
Deus me perdoe mas queima no inferno
Repetição que me tira do sério
Tudo me tira do sério
Sobriedade me tira do sério
Deus me perdoe mas queima no inferno
Repetição que me tira do sério
Cedendo impulsos to maluco
Ou é só boicote
Fudendo costume incontrolável
Tipo um bicho morde
Arrancando a pele do meu dedo me coçando pra entender melhor mas isso é um porre
Problemas reais com a sorte
Foda-se Freud Lacan Klein
Como que concerta algo que não existe mais?
Papo de maluco maldade a si mesmo
Eu to me corroendo mas eu quero mais
Mais
Violência para com si mesmo
Quero dizer sobre as mudanças
Quero dizer que isso é um saco
Vai tomar no cu
Me deixa
Pego o celular boto pra rolar sem parar
Não quero pensar
Pode pá
Pode me levar
Tanta coisa pra eu dichavar
E nunca fumar
Deixa a porra da cobra fumar
Que se foda
Dando soco pra não
Apanhar nunca fraquejar
Se eu falar o que eu quero fazer mesmo cês não vão gostar
Tanta coisa pra eu dichavar
E nunca fumar
Deixa a porra da cobra fumar
Que se foda
Bitch
Eu não vi
Ces aqui
Quando eu tava na neurose
Sobrevivi por um triz
Fazendo metamorfose
Não reconheço quem eu sou
Vivo numa simbiose
Bitch eu não vi ces aqui quando eu tava na neurose
Pego o celular boto pra rolar
Sem parar
Não quero pensar
Pode pá
Pode me levar
Tanta coisa pra eu dichavar
E nunca fumar
Deixa a porra da cobra fumar
Que se foda
Nunca apanhar
Nunca fraquejar
Se eu falar o que eu quero mesmo vocês não vão gostar
Tanta coisa pra eu dichavar
E nunca fumar
Deixa a porra da cobra fumar
Que se foda
Nós merecemos a vida
Minha palavra de afirmação e não fode
Eles querem ibope
Bato igual força jovem
Só tem sangue suga
Judas
E gente esnobe
Eu sou do canto feio nunca precisei de sorte
Minha palavra de afirmação é não fode
Eles querem ibope
Bato igual força jovem
Só tem sangue suga
Judas
E gente esnobe
Eu sou do canto feio nunca precisei de sorte
Se nos te ver na janela vai tomar uma banda
Eu aprendi com os antigos que só o poder da ordem e manda
Faço magia de cura
Quimbanda
Vê os neguinho crescendo troféu na quitanda
Exposição que o dinheiro não compra
Eu tava pensando lá atrás quando a fome era tanta
Ronco do estômago
Tantra
Tudo me tira do sério
Mas nada se iguala
Esses verme esse ego que mata
Nego letal
Fio de adaga
Frio Nepal
Vocês sabem de nada
Rua azeda
Onde os moleque não sonha só se for pra ter uma arma
Tudo que eu canto transformo em arma
Mato e sumo
A branca vai se deitar na minha cama
Só por tesão não é porque me ama
Não deitaria se eu não tivesse grana
Não deitaria se eu fosse fudido
No meu espelho eu achei um inimigo
Um menor fraco bebel antigo
Aquele que só queria uma chance na vida e se contentaria com isso
Nunca mais nós vai ter que comer resto porque na minha mesa agora tem fartura
Esses vagabundo arrombado vai ter que falar com respeito na hora da dura
Eu vou morrer sendo mais um menor que saiu da baixada agora não tem freio
Nunca se esqueça da onde eu
Vim
Eu sou sobrevivente
Eu vim do canto feio
A branca vai se deitar na minha cama
Só por tesão
Não é porque me ama
Não deitaria se eu não tivesse grana
Não deitaria se eu fosse um fudido
No meu espelho eu achei um inimigo
Um menor fraco bebel antigo
Aquele que só queria uma chance na vida e se contentaria com isso
Nunca mais nós vai ter que comer resto porque na minha mesa agora tem fartura
Esses vagabundo arrombado vai ter que falar com respeito na hora da dura
Eu vou morrer sendo mais um menor que saiu da baixada e agora não tem freio
Nunca se esqueça da onde eu vim
Eu sou sobrevivente
Eu vim do canto feio
Written by: Belial dos Santos, Lucas Martins, Vitor Kauan de Araujo Alves

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