album cover
Contra
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Contra adlı parça {albumName} albümünün bir parçası olarak MEDULA tarafından 10 Şubat 2023 tarihinde yayınlandıSessões
AlbümSessões
Yayın Tarihi10 Şubat 2023
FirmaMEDULA
DilPortekizce
BPM77
Melodiklik
Akustiklik
Valence
Dans Edilebilirlik
Enerji

Şarkı sözleri

Se é ser mágoa que magoa
Ou a faca a cortar o meu mau estar
Sou a trágica e apática ruína
Que caiu quando eu fui ajudar
Apoio o meu ser de maneira
A partir o apoio e ninguém ajuda
Quis tanto ser um ser sem um pedido
Quis tanto que ninguém ouvisse esta tortura
Existe o hino, mas eu mal sei cantar
Conheço as cores lá do poste do altar
E em lugar nenhum fui ser tanto
Quis tanto ser entristecer ao anoitecer
E ver o sol arder como eu nunca vi estrela nenhuma
Nunca vi nenhuma arder
E há um olhar que morre se um dia ela quiser viver por mais
O meu que é só um
No meio de tanto ser a querer viver
Sem que essa estrela queira ser mais uma
A sério… de vez quando penso que nem faria essa diferença
Marcava o fim de uma sentença que assinamos à nascença sem querer
Poder por poder a mais que outros podem
Há sempre quem diga que pensar destrói aquilo que constroem
Doi, e eu nunca tive poder
Mas pensar sem ninguém saber foi o meu abrigo quando os outros dormem
Doi, e eu nunca tive de ser
Porque foram sempre mais do que eu ao abrigo
Dessas merdas que eles dizem que eles não impõem
Morram! Eu… ainda… um dia… hei de ser
Morram! Eu… ainda… um dia… hei de ser
Morram
São três da tarde
Acordo tarde
Aos poucos as partes tornam-me todo
Levanto-me torto com a cabeça num oito
Não sei de hoje nem quem fui ontem
O sabor a esgoto corrompe-me o gosto
Não caí no goto da noite
Que me iluminou e eliminou para depois
Visto-me
Visito-me
Imito-me antes de triste
O circo de sangue escorre
E leva-me às manhãs tarde
Já se faz tarde
A inutilidade
O brilho do dia foge num ápice
Não vivo como homem
Como dente da roda da engrenagem
Só me vejo no fundo do copo
A imagem do corpo
Do desgaste do fogo que me afoga
Nos danos que os panos não apagam
Ampulheta
Flashes trastes entraves estradas
Corremos atrás do quê?
São três da noite
Vejo o fundo
O mundo enoja-me
O enjoo
Vejam os cornos da besta
As beatas preenchem-me os bolsos
A puta da festa infeta-me
É tanto o desdém
De mim de tudo
Atiro-me a quem me atura
Até que chore rios
Sou feio imundo
Destrói-me
Já chega
Nunca mais chega a hora
Alguém me apague antes que seja tarde
Agora
São três da tarde
Written by: João Guerreiro, Rodrigo Sousa, Vladyslav Hrinko

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