album cover
Só
album cover
Só adlı parça {albumName} albümünün bir parçası olarak MEDULA tarafından 10 Şubat 2023 tarihinde yayınlandıSessões
AlbümSessões
Yayın Tarihi10 Şubat 2023
FirmaMEDULA
DilPortekizce
BPM184
Melodiklik
Akustiklik
Valence
Dans Edilebilirlik
Enerji

Şarkı sözleri

Ganda ventania, só sai merda desta boca
Estou sozinho, só à deriva
Só maresia que me acalma e areia fria
Caguei, mas bota
Vi tanto mar, só tempestade e eu sou só
No meio de tanto e não acabo porque vivo e termino e eu sou só
Se só termino de termino só
Estou-me a cagar para aquilo que digo
Será que digo porque sinto
Será que minto porque digo e não sinto
E eu sei lá
E isso importa se eu sou só?
E o meu será como eu de cera
Hoje falo como os antigos lá teceram
A tradição na vista que trouxe na escrita na minha voz
É a minha vez e é para vós
É para quem lutou um dia gravar o escrito com a nossa voz
É a minha vez
Só lamúrias, fui sempre eu
Eu sei que há inúmeras verdades
Mas numeras beldades
Quando falavam em herdades
Eu nem a par ouvia dados
Vidas com caminhos já traçados
Vidas por viver vazias, cheias de destinos terminados
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem tudo é vigarice quando um gajo sonha lá em cima
Nunca ninguém disse que íamos viver em vão
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem tudo é vigarice quando um gajo sonha lá em cima
Nunca ninguém disse que íamos viver em vão
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem tudo é vigarice quando um gajo sonha lá em cima
Nunca ninguém disse que íamos viver em vão
Meu saturno soturno
Na penumbra trouxeste a natureza trémula
Tímido vi-te no vidro ao longe na arma de atirador que esconde a sístole do sonho
Eras bela como vela que corrompe a negrura no nada
Nadavas nos meus vértices num vórtice de calma
Como se segurasses certas fábulas de outrora
Cantaroladas por tantos na memória parca eras astro brilho infindável vasto
E eu?
Terrestre eterno sem espada etérea que rompa os céus e o chão
Onde me deito desfeito com o mal que plantei de nãos e porquês
E desfeito abraço-te quando te olho desvanecer à distância
Recordo em laivos artérias abundantes de infância
Oxidadas por relógios cáusticos não mais cintilam por esquecer o teu pulsar
O teu céu âmbar caótico para o meu olhar bárbaro
Cresce desalmado e estático em asas necrófagas
Em que voo sempre que surge a esperança
Se me desnascer sabes o sabor que sobra
O de sílabas espalhadas pelo chão de lava
Onde me procuro
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem tudo é vigarice quando um gajo sonha lá em cima
Nunca ninguém disse que íamos viver em vão
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem tudo é vigarice quando um gajo sonha lá em cima
Nunca ninguém disse que íamos viver em vão
Nem nunca ninguém disse que íamos estar bem na vida
Nem nunca ninguém disse que ia ser verão
Nem tudo é vigarice quando um gajo sonha lá em cima
Nunca ninguém disse que íamos viver em vão
Written by: João Guerreiro, Rodrigo Sousa, Vladyslav Hrinko

Loading...